Quando a conversa é outra

Publicado: 6 de janeiro de 2012 em Uncategorized

Um novo ano que começa, um novo ciclo que inicia… É o que se costuma ouvir em época de ano novo, resoluções e um monte de promessas e euforias que têm duração semelhante à chegada da primeira fatura do cartão de crédito do ano − a dura realidade. Aprendi, com a filosofia clonada do oriente, por algumas vezes confusa e híbrida, que cada dia é uma nova chance de recomeçar e que, a volta pra casa, não está garantida. Vem daí a essência da presença da morte; não de maneira negativa e fatalista, mas como motivadora de ações diárias e o dever de bem aproveitar cada dia como se fosse o último. Independente disso, cada um de nós possui um ciclo com duração única e que depende de nossos objetivos (estudar para um concurso, viajar pro exterior, treinar para uma competição). Aprendi a ter paciência para compreender que tudo tem sua hora e nem sempre acontece quando queremos. Sim, estou falando da vida.
Passei nos últimos dois anos por uma experiência fantástica, fabulosa, que poucos têm a oportunidade de vivenciar. Tanto as coisas boas (viagens, trabalhos, pessoas que conheci) quanto as ruins (falta de privacidade, resistência e preconceito) foram e são fundamentais como caminho de superação. Me perdi por vezes, esqueci coisas, deixei passar muita parada importante, não consegui conversar com algumas pessoas como gostaria. Normal, visto pelo lado de eu ser humano. Demorou até cair a ficha, até hoje me surpreendo e agradeço muito o que aconteceu em minha vida. Sou grato ao programa, às pessoas que me apoiaram, que foram contra e quem nunca viu o mesmo. Hoje tenho tranquilidade para tocar projetos pessoais, possibilidade de realizar ainda mais sonhos. Muitos confundem sucesso com dinheiro. Não é meu caso. Sucesso é se realizar, ser competente e ir atrás de seus sonhos, realizando-os de alguma forma. E o que se faz para conseguir tais objetivos chamamos de dignidade.
Mesmo em tempos duros, onde provisoriamente morei em uma comunidade (com maior orgulho por sinal) não me faltou dignidade. Sempre fui um profissional dedicado, estudioso e prestativo. Como sempre tive tendência e atração por jogos, ganhei alguns e perdi outros. Sou jogador nato, não ator, músico, (bem que eu gostaria) mal rabisco hq’s e gosto de andar nas sombras. Nunca dependi de site de fofoca ou tive que beijar a mão que, por ventura tenha me agredido. Não precisei puxar saco, fazer média ou pisar em pessoas para chegar onde cheguei. Dei umas porradas, mas tava no contrato. Lógico que gostaria de um trampo de mídia, viajando pra lá e pra cá, tirando onda e ganhando um qualquer. Mas ao que parece, as oportunidades nessa área começam, ao ser lançada a tão sonhada lista de participantes, e se resumem a comentar favoritismo e flash backs terminado antes do fim. E a imagem se dilui, perde força, valor e, ainda por cima enche o cofre de programa e apresentador alheio, quase sempre retribuído com um maravilhoso e caloroso tapinha nas costas. Além de um vistoso título remetendo à alcunha. Vai lá, paga um baita mico, fala de “seus projetos”, fica de macaco de auditório, tchau e benção. Sim, eu passei por isso, admito. Mas como falei antes, sempre há tempo de se arrepender.
Decidi então, que se não tenho o devido respeito (ser rotulado sem dó nem piedade por trás pode Arnaldo?) é melhor nem perder meu tempo. Pode até ser educado, mas sem dar moral. Ganhei o prêmio maior, que é não precisar depender de gente escrota pra viver. Não preciso lamber o chão de quem não gosta de mim ou simplesmente lucra com minha imagem, mas não da a mínima pra isso… O que eu quero falar não me dão moral, o que querem perguntar, então não respondo. Cara pode não tá certo, mas que satisfação pessoal… Me sinto em paz com minha consciência.
Quem quiser me perguntar sobre investimentos financeiros, especulação imobiliária, da minha vida ou besteiras em geral, bem como trocar uma ideia sobre saúde e a vida em geral, me procure e fale ao vivo. Chega de web por enquanto como meio de comunicação. Em breve passo o endereço e estão todos convidados a me conhecer fora das telas, dos monitores e ao alcance da mão para dar um abraço. Nesse novo empreendimento, nesse novo ciclo, as pessoas terão a chance, caso tenham disposição, de me conhecer sem o intermédio de monitores, tvs ou sites de fofoca. Conversa pessoal e direta, como faziam os antigos humanos. Contato físico, olho no olho. Sempre lembrando que tudo que vai, volta e o retorno é de Jedi. abrx #tamojunto

D!

MMA e torcida

Publicado: 21 de dezembro de 2011 em Uncategorized

 Um dia antes do tão sonhado evento, vi a entrevista coletiva de alguns de nossos ídolos, lá mesmo, onde seriam realizadas as lutas. Nossos atletas eram questionados por pessoas da plateia, alguns lutadores, amantes do esporte, jornalistas e o público em geral. Com perguntas informais a galera ia perguntando com a cerveja na mão e clima de amizade.
No meio de várias perguntas sobre prognósticos e resultados, um cara fez uma pergunta que eu, se tivesse a oportunidade, faria: “Como fazer a torcida se comportar de maneira educada, já que se tratava de um evento de artes marciais?”
As respostas que ouvi de nossos campeões, me pareceram, desculpe a opinião, fugindo do foco. Pareceu-me que eles responderam sobre torcidas e brigas na rua (nosso campeão Royce Gracie falou que nunca brigou, José Aldo, que veio do futebol, falou que entrava em conflito constantemente nos jogos e parou após entrar no Jiu-Jitsu). Legal, mas não era essa a pergunta. Na minha opinião, a resposta ainda não foi debatida, pelo menos como eu gostaria, então vamos lá.
Pelo que eu entendi, o torcedor se referia à educação mesmo e não briga de torcida. Nossos lutadores responderam bem, mas não tocaram na ferida, e que no meu ver, teve ponto negativo e que passou batido pela maioria.
Sou praticante do Judô desde criança, sou competidor e a luta foi minha base. Meu Sensei, jamais deixou eu reclamar de juiz, dizendo que havia sido roubado. Nos campeonatos da Federação Gaúcha, ao menor sinal de vaia o evento era interrompido, seguido de lição de moral. Kiai (grito de energia), apenas na hora da técnica, nada de grito de gol ou a encrenca vinha na beira do shiai-jo, na forma do próprio professor manifestando insatisfação.
Fui criado assim, no estilo oriental. Perdeu, ganhou, vai lá… Cumprimenta e agradece o embate. Pratico e acompanho o MMA ou antigo Vale Tudo desde que sou criança. Lutei os primeiros MECA e acompanhei os UFC’s , K1 e Pride desde o inicio.
Posso garantir, JAMAIS Wanderlei Silva, Anderson, Francisco Filho ou Minotauro foram vaiados pelos nossos amigos da terra do sol nascente. Quem acompanha esses eventos, assistia a um evento de público exigente e conhecedor do esporte, que aplaudia muito e incentivava seus atletas, mas jamais depreciavam seus adversários. Mesmo quando nossos guerreiros se enfrentavam com ídolos locais, como Sakuraba, Maeda ou Musashi.
Vou além: nossos lutadores tinham mais reconhecimento lá do que aqui, na maioria das vezes. Uma vez vi o Wand na janela do hotel no Japão, tinha um mar de gente esperando aceno dele… Veio aqui na paulista, o Pânico perguntava quem era ele e a galera: “jogador de futebol?”
Por um lado fiquei feliz de não ter ido à arena aquele dia, preferindo ver em casa na companhia de amigos. “Hi, roubaram o boné do Minota!” Falou um amigo meu… Falei pro japonês tomarem cuidado pelo Twitter, mas acabaram roubando o Anderson! Caramba, levaram de “souvenir” a quepe do campeão. Pode…? Maneiro…? E os copos de urina, jogados nos lutadores estrangeiros? Lembra alguma coisa nos estádios? E tome vaia pros atletas rivais. E dá-lhe chamar o juiz de ladrão. Torcedor em estádio de futebol, extravasa energia. Ao chamar o juiz de filho da puta, tá xingando o chefe dele. Quando diz que o jogo ta uma merda, ta se referindo na real vida dele.
Arte marcial é diferente. Os atletas, senhores e senhoras, geralmente têm uma história de superação fantástica, família, filhos e mulher. Tomam muito mais porrada nos treinos do que no dia do show. Treinam quebrados, com dor, e no caso dos brasileiros, às vezes sem dinheiro, comida ou lugar descente pra morar. Na maioria das situações, fogem da pobreza e da violência pelo esporte, sonham um dia lutar na gringa. Ganham entre 500 e 2000 reais em média em eventos pelo Brasil, pra divertir aristocrata sedento de sangue. Merecem respeito, brasileiros ou estrangeiros.
Nós, praticantes, saudamos nossos adversários ao final da luta, e compreendemos a dificuldade e a crueldade da nossa vida em cima do tatame, ringue ou cage. Devemos educar e dar o exemplo de bom comportamento, dentro e fora dos ringues.
Luta não é FUTEBOL, e por isso mesmo devemos separar as coisas (não estou falando de vestir a camiseta e representar um clube de futebol, acho isso ótimo) pode torcer, usar camiseta, mas as atitudes devem mudar. Isso vai refletir em apoio, patrocínio, credibilidade, notoriedade, simpatia do público. Pessoas ligadas à mídia marrom, formadores de “pitacos” desinformados e preconceituosos, não sabem diferenciar o joio do trigo e a galera da onda vai atrás. Acham que MMA é briga de gangue, de torcida organizada, violência, briga de rua, lugar de má índole… Não sabem que quem luta, não briga. Que professor decente preza pelo respeito e crescimento do esporte, que nossos atletas nos dão mais orgulho que a seleção brasileira de futebol… Que o esporte que mais cresce no mundo, e que vaias não são bem vindas. Podemos aproveitar esse momento para darmos nossa contribuição em alguma mudança positiva. Lutadores sabem na própria carne o valor da honra, da humildade, da amizade e da compaixão. Sabem que as lutas mais importantes travadas continuam sendo as com nossos próprios demônios, aqueles que habitam nossos corações. Paz sempre. Luta, somente dentro do cage e enquanto o árbitro não encerrar… Depois, paz de novo!
Ou nada que meu Sensei me ensinou tem sentido?
Da próxima vez, pense antes de vaiar.
Abrx #tamojunto

Marcelo Dourado
30/08/11

Texto publicado originalmente no blog Total Jiu Jitsu em 31 de agosto de 2011.

Até o campo de batalha

Publicado: 21 de dezembro de 2011 em Uncategorized

Após três longos anos viajando pelo mundo, mudando de endereço, de trabalho, de vida, volto a fazer o que sempre foi motivo de dedicação e superação em minha vida: COMPETIR. Mas não é apenas mais um campeonato, não. Nunca o é.
Uma competição de luta é o que há de mais perto de nossa batalha ancestral pela sobrevivência; nos coloca em uma posição primitiva, quase reptiliana, de sobrevivência, domínio e determinação. É o mais perto que chegamos, em segurança e dentro de regras, do limite de nosso “primal screem”. Mas cada luta é uma luta, e nada deve ser negligenciado. Nenhum adversário subestimado.
Lembro-me de meu primeiro campeonato de Judô. Mal dormi na noite anterior, imaginando como seria cada momento no ambiente da competição. Aos 10 anos, já havia competido em torneios de atletismo, mas nada se comparava a esse novo momento. O frio na barriga, a ansiedade, pernas tremiam… Recordo de entrar caminhando, já com o kimono e a faixa branca, num ginásio de colégio, lotado de crianças e pais que faziam, num ritmo ensurdecedor, berros de incentivo e brados de luta. Meu corpo parecia flutuar, sentia-me pesado e leve ao mesmo tempo. A cada chamada de um Marcelo para lutar, meu corpo era encharcado por uma descarga de adrenalina. E ao me dar conta, já estava na beira do tatame, cumprimentando meu adversário, e os segundos se transformavam em minutos… O tempo parou, lá estava eu medindo forças e buscando o ippon. Dor, cansaço, medo, ansiedade? Tudo ficara fora do shia-jo, meu corpo agora seguia a vibração do combate. Os gritos e barulhos externos transformaram-se em tambores de guerra. Nunca mais larguei esse vício do embate.
Aprendi de uma maneira direta e prática, o aprendizado do conceito de humildade. Foram até hoje mais de 350 lutas, contando Judô, Luta Olímpica, Kempo, Jiu-Jitsu e MMA. Na busca natural por adversários cada vez mais qualificados e competitivos, busquei em toda vida competições onde encontrasse os melhores lutadores e a partir do confronto, minha busca pela evolução pessoal. Aprendi que no esporte, se perde, se ganha. Ganhamos aplausos, vaias, medalhas, cicatrizes, lesões, glórias… Mas a única e verdadeira vitória é a que alcançamos sobre nossa própria limitação. Ganhar é bom, perder é ruim, mas tudo faz parte do ciclo da vida. Ninguém está acima da derrota ou da vitória, e somos derrotados, inevitavelmente, pelo tempo. E, antes que esse dia chegue, espero cumprir minha missão. Enquanto lutador: tornar-me o melhor possível e transmitir os ensinamentos a outras pessoas.
Para tanto, vejo a competição como um meio de evoluir e testar nossos limites, disciplina e dedicação a uma causa. A simples disposição de treinar todos os dias, mesmo naqueles em que não queremos enfrentar a dor ou a estafa, já valem a caminhada. No dia que for lutar, vou lembrar das festas que deixei de fazer, das horas que poderia ter passado em família ou simplesmente me divertindo. Sei que, independente de ganhar ou perder, vou dar o máximo de mim, que este lutador de kimono não é definitivamente aquele menino de 30 anos atrás. As derrotas me deixaram ainda mais duro, mais determinado. Minhas vitórias me deram a esperança de que posso ir além. Os amigos que colocaram a cara e que também bateram, foram essenciais e todos crescemos juntos. A caminhada já valeu e estar novamente prestes a pisar num dojo me enche de alegria.
“Morrer como homem é o prêmio da guerra.” Racionais MC’s.
Boa sorte guerreiros.
Até o campo de batalha!

Marcelo Dourado
20/07/11

 

Texto originalmente publicando no Total Jiu Jitsu em 20 de julho de 2011

1 ano da vitória

Publicado: 21 de dezembro de 2011 em Uncategorized

Escrevo este texto com a finalidade curiosa de fazer um “balanço” (sem fins carnavalescos) de um ano da vitória histórica e inesquecível do BBB10. Histórica, pois foi uma batalha contra o que estava pré-determinado, o que parecia causa perdida ou ainda, “tendência” do momento. Inesquecível para quem lutou a favor, um sabor de vitória aniquiladora. Pra quem perdeu, um sabor amargo que não sai da garganta, vide o caso de amor e ódio cultivado por maus perdedores.
Foram 3 meses… Foi um ano mas pareceram três. Foi um programa mas pareceu mais uma batalha. Uma realidade modificada radicalmente, mas não totalmente desconhecida.
Assédio, amizades, calúnias, gente chata comendo poeira. Percorri o Brasil, já estive em 17 estados cobrindo e fotografando quase todo país. Conhecido das casas mais nobres as mais humildes, por pessoas de todas as idades. Pessoas que se identificaram com minhas ideias, atitudes e estratégias. São mães e pais de família, avós, crianças, lutadores, jogadores de futebol, gays, heteros, trabalhadores, aposentados. Gente que merece respeito, se posiciona, vota e decide algo em suas vidas. Nem que seja o vencedor de um programa de televisão amaldiçoado por “intelectualóides” (muitos dos quais ganham grana e atenção ao criticar e falar bobagens sobre o programa).
Minha torcida percebeu o que o próprio Bial definiu em algum discurso: quem ganha o BBB é o mais PLURAL, ou seja, quem caminha sem fobias entre os demais participantes. Quem tem mais tolerância. Tolerância, essa é a palavra e não quem tenta empurrar goela abaixo das pessoas as preferências pessoais, levar isso como bandeira e forçar aplausos. Isso se chama prepotência e disso os brasileiros estão de saco cheio.
Dizem que o brasileiro torce sempre pelo mais fraco. Discordo. O brasileiro tem sabor especial pela superação. Ele quer mais é xingar o técnico, duvidar do jogador, ver o time começar perdendo mas sonha com uma virada histórica, com seus integrantes dando o sangue pela vitória. Não é facil ser um campeão do dia a dia. Trabalhar em dois empregos, cuidar dos filhos, lidar com enchentes e desmoronamentos, driblar a falta de grana, correr contra o tempo das contas atrasadas. Nosso povo se supera. E a superação é uma nova meta sempre, superar a si mesmo e ser, a cada dia um ser humano melhor, aprender mais, sermos mais humildes. Novos desafios aparecerão, novos obstáculos e novas estratégias. Espero que a amizade e confiança conquistados naquele jogo estenda-se, seja cada vez mais recíproca e próxima e quem sabe, cada dia mais duradoura. Sou grato a toda minha torcida, aos novos e velhos amigos, aos velhos e novos membros de minha família.
#tamo junto galera e podem contar comigo na medida do possível.
Força e Honra, Amor e Humildade sempre.

Marcelo Dourado
28/04/11

 

Texto originalmente publicando no FC Marcelo Dourado em 28 de abril de 2011.

3 meses depois daqueles 3 meses

Publicado: 21 de dezembro de 2011 em Uncategorized

É claro que é uma data histórica (ao menos pra mim).
Naquela noite, ainda refletindo sobre toda a jornada e em tudo que havia acontecido de extraordinário, me perguntei, onde estaria em outra fração igual de tempo. Mais três meses pela frente, pensei eu.
Para tirar o máximo de proveito, de oportunidades… Quem levaria ao meu lado e o que seria certo? O que seria justo… Sucesso, fracasso, fama, esquecimento… Dúvidas normais. Mas logo vi que o tempo seria artigo de luxo. Tempo para refletir, para comer, para dormir… Telefonemas, entrevistas, conversas, testemunho, foto digital, viagens, reuniões, hotéis, aeroportos… A necessidade de contato com a família, namorada, amigos na disputa pelo cronômetro. Constatei também, que minha memória não suporta tanta informação. Nomes, cidades, andar, quarto, eventos, parece humanamente impossível retornar todo o carinho e atenção, perguntas, críticas e demonstrações de amizade. Nossa, como eu gostaria de parar o relógio, conhecer uma a uma as pessoas que torceram e torcem por mim e retornar uma crítica com um ponto de vista diferente e quem sabe, tomar um café… Mas a vida não tem pausa, as coisas acontecem rápido demais e, em um feixe de lucidez, decidi que ainda não caiu a ficha.
Lamento se deveria apresentar algo concreto!
HA-ha! Talvez em outros três meses…
Mas de tudo que aconteceu, eu me lembro e destaco a oportunidade de conhecer pessoas e vivenciar a complexidade das relações humanas e sociais.
Quem tiver uma bússola me empresta por favor!!
Agradeço a todos pela paciência e atenção dispensadas.
Sorte pra todos nós.
Amor, Força e Honra sempre.

Marcelo Dourado
30/06/10

Texto publicado originalmente no FC Marcelo Dourado em 1 de julho de 2010.

Maktub, estava escrito

Publicado: 3 de setembro de 2011 em Uncategorized

Sou Marcelo Dourado,  nasci em 29 de abril de 1972.
Sou filho de Marco Antônio Dourado e Rose Porto Alegre,  irmão de Valentino, Janaína e Ivan, e namorado de Erika Barrosa.
Sou o raio que caiu duas vezes no mesmo lugar.
Força & Honra
#tamojunto